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Political Reports

As coligações eleitorais e a força das coligações regionais.

As convenções partidárias que terminaram recentemente serviram para que cada partido defina tanto nacionalmente quanto nos estados, quem serão seus candidatos e principalmente como se darão as alianças. Em um contexto onde temos 32 partidos oficiais, 26 estados e o Distrito Federal, essas alianças podem configurar um grande jogo de xadrez em que, na maioria das vezes ganha quem melhor souber montar suas estratégias. Além dos candidatos principais na eleição presidencial (Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos), temos mais 8 candidatos “nanicos”, num total de 11 postulantes. Para se tornarem visíveis, as candidaturas dependem dos palanques eleitorais regionais. Eles possibilitam atingir os eleitores mais remotos, inclusive pela reverberação do apoio na propaganda eletrônica em cada um dos entes federativos. Analisaremos algumas dessas coligações, entre eleições estaduais e a nacional, e como essas oferecem aos presidenciáveis palanques locais, possibilitando a eles se ligarem a nomes regionais e ganharem a confiança do eleitorado. Nacionalmente o PT e o PSDB obtiveram o apoio de 8 partidos cada um para suas coligações. O PSB amealhou 6 partidos e os oito candidatos nanicos estão sem coligações. Porém, atentando aos partidos que compõem as coligações, notamos as diferenças entre eles. Segundo dados do TSE, a chapa petista conta com 4 partidos com mais de 1 milhão de filiados, já a tucana dispõe de 3. E, na chapa de Eduardo Campos, nenhum partido tem mais de 1 milhão de filiados e só o PSB tem mais de meio milhão de filiados. Isso mostra a força e a capilaridade que os partidos podem ter. Outra conta para medir a força dos partidos é saber como cada candidato se articula dentro das coligações regionais. Pois cada uma das coligações regionais pode proporcionar um bom número de candidatos a deputados, estaduais e federais que fazem também campanha para os candidatos a governador e a presidente. Dessa forma, estar alicerçado por chapas fortes regionalmente pode...


HEALTH AND TECHNOLOGY: MONITORING BY SMARTPHONES

During the 20th century, the economist Joseph Schumpeter popularized the term “destructive creation” as a way to describe the cycles of industrial transformation that proceed great innovations. Eric Topol, director of the Scripps Translational Science Institute, argues that creative destruction in the area of medicine is ready to take off. High-tech companies are increasingly interested in the health field, as they recognize in it the potential for a multibillion-dollar market. The epidemiological transition and the ascension of smartphones are two global tendencies that contribute to this movement. The significant increase in the prevalence of chronic, non-communicable diseases arises from various aspects of modern life and imposes heavy costs on populations as well as health systems....


The challenges of governance and prospects for the Brazilian Congress

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01 - October - 2014

Oportunidade Profissional – Trainee/Consultor Jr

A PROSPECTIVA CONSULTORIA anuncia o processo de seleção curricular para uma vaga – TRAINEE/CONSULTOR Jr. em consultoria estratégica atuante em setores fortemente regulados pelo Estado. O cargo será desempenhado no...


08 - August - 2014

Oportunidade Profissional – Consultor Jr.

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24 - July - 2014

2ª Conferência Aberje de Relações Governamentais | Os melhores casos de comunicação com o governo | 28 e 29 de agosto


Twitter: prospectivabr

@Prospectivabr